sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

(…) quero fluir: as coisas passando eu quero é passar com elas.
(Caio Fernando Abreu, carta a Vera Antoun)
(…) quero fluir: as coisas passando eu quero é passar com elas.
(Caio Fernando Abreu, carta a Vera Antoun)
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Amigos não “são para essas coisas”, não. Isso é um clichê detestável, significando quase sempre que amigo é saco de pancadas, é uma espécie de privada onde o outro pode jogar dejetos, detritos imundos e dar a descarga. Amigos são para dividir o bom e o mau, mas também para deixarem as coisas sempre limpas entre eles — amigos devem ser solidários.
Caio Fernando Abreu. Carta a Guilherme de Almeida Prado.
Amigos não “são para essas coisas”, não. Isso é um clichê detestável, significando quase sempre que amigo é saco de pancadas, é uma espécie de privada onde o outro pode jogar dejetos, detritos imundos e dar a descarga. Amigos são para dividir o bom e o mau, mas também para deixarem as coisas sempre limpas entre eles — amigos devem ser solidários.
Caio Fernando Abreu. Carta a Guilherme de Almeida Prado.
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Não sei fazer “jogo social”. Até saberia, mas não me interessa, tenho preguiça.
(Caio Fernando Abreu, carta a Guilherme de Almeida Prado)
Não sei fazer “jogo social”. Até saberia, mas não me interessa, tenho preguiça.
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Aprendi a gostar de viver e ser feliz.
(Caio Fernando Abreu, carta a Vera Antoun)
Aprendi a gostar de viver e ser feliz.
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A gente se dá conta tarde de que a felicidade é fácil, não? 
(Caio Fernando Abreu. Carta a Maria Lídia Magliani)
A gente se dá conta tarde de que a felicidade é fácil, não?


(Caio Fernando Abreu. Carta a Maria Lídia Magliani)

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É uma coisa que me dói muito, esses seus silêncios.
(Caio Fernando Abreu - Carta a Hilda Hilst)
É uma coisa que me dói muito, esses seus silêncios.

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Estou ficando cada vez mais cruel. E quero DISTÂNCIA.
(Caio Fernando Abreu, carta a Jacqueline Cantore)
Estou ficando cada vez mais cruel. E quero DISTÂNCIA.

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O importante, o irreversível, o definitivo, o claro nessa história toda é que eu gosto muito de ti. Muito mesmo. Não adoro nem venero, mas gosto na medida sadia e humana em que uma pessoa pode gostar de outra, O resto é detalhe.
(Caio Fernando Abreu. Carta a Hilda Hilst)
O importante, o irreversível, o definitivo, o claro nessa história toda é que eu gosto muito de ti. Muito mesmo. Não adoro nem venero, mas gosto na medida sadia e humana em que uma pessoa pode gostar de outra, O resto é detalhe.



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