(Caio Fernando Abreu, carta a Vera Antoun)
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Caio Fernando Abreu. Carta a Guilherme de Almeida Prado.
Não sei fazer “jogo social”. Até saberia, mas não me interessa, tenho preguiça.
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Aprendi a gostar de viver e ser feliz.
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(Caio Fernando Abreu. Carta a Maria Lídia Magliani)
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É uma coisa que me dói muito, esses seus silêncios.
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Estou ficando cada vez mais cruel. E quero DISTÂNCIA.
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O importante, o irreversível, o definitivo, o claro nessa história toda é que eu gosto muito de ti. Muito mesmo. Não adoro nem venero, mas gosto na medida sadia e humana em que uma pessoa pode gostar de outra, O resto é detalhe.
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